Ela me disse: Você é o típico homem em extinção…
O homem de verdade; Frustrante, decepcionante; Impressionante e as vezes brilhante… Como uma variável, movida por uma personalidade que consome sua própria alma. Eu, vivo como se estivesse dentro de uma melodia triste.
Eu.Definido pelo próprio senso de auto-destruição e perdido pelo próprio auto-ódio. Também fascinado pela própria ideia entre onde termina o conceito de amor e onde começa sua prática. É apenas uma linha tênue a ser quebrada e mostrada, assim como onde termina a loucura e começa a genialidade. Eu quero a infamidade; O prazer do impossível. Confortavelmente entorpecido, como num sonho.
Vivo sem regras e vivo à minha maneira. Eu.
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